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ATAC 2021: Polícia Federal quer ampliar investigações no setor de combustíveis

Publicado em 22/10/2021 por Redação

O delegado Luís Flávio Zampronha, diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal (PF), palestrou nesta sexta-feira, 22 de outubro, do terceiro dia de workshops do Programa ATAC (Armazenamento, Transporte & Abastecimento de Combustíveis), evento organizado pelo Instituto Combustível Legal no Rio de Janeiro.

Ele falou sobre a atuação da PF nos crimes contra empresas do setor de combustíveis e destacou a importância da CPI do Roubo de Cargas, em 2002. A comissão resultou na criação da Lei 10446/2002, que regulamentou a atuação da Polícia Federal em crimes interestaduais. Um ano depois, a polícia registrou 9 mil ocorrências de roubos. De lá pra cá, “as ocorrências de roubos de cargas só aumentaram”, informou.

Zampronha mencionou algumas das operações realizadas este ano, que investigaram carteis, empresas de fachadas e evasão de divisas envolvendo o setor de combustíveis: Operação Sem Limites, Operação Catraia e Operação Petróleo Legal.

Temos um desafio, que é diminuir o distanciamento entre a Polícia Federal e o setor empresarial. O setor de combustíveis é prioritário dentro do nosso programa, já estamos recebendo informações e criando algumas análises. Nossa ideia é, nos próximos anos, incrementar nossa atuação e escolher alvos

Plataforma inspirada em modelo inglês

Segundo o diretor da PF, a instituição pretende criar uma plataforma para lidar com problemas envolvendo o setor privado empresarial, visando à melhoria do fluxo de informações, à parceria entre empresas e a PF e à análise de ações preventivas e estudos. A proposta é inspirada em um modelo usado na Inglaterra e pode resultar na criação de um esquadrão especial para o setor de combustíveis.

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