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Quebra do motor e retífica… Danos causados por lubrificantes falsificados podem ultrapassar dez mil reais. Saiba como evitar cair em golpes!
Os lubrificantes falsificados representam uma ameaça crescente para motoristas, comprometendo a saúde de motores e gerando prejuízos financeiros significativos. Especialistas alertam que alguns danos podem ser irreversíveis, provando que o barato muitas vezes pode custar caro.
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Manifesto conjunto alerta para enfraquecimento da fiscalização no setor de combustíveis e cobra revisão urgente de corte orçamentário
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As principais entidades do setor de combustíveis e biocombustíveis, incluindo o Instituto Combustível Legal (ICL), lançaram manifesto conjunto em resposta à suspensão do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) pela ANP e aos cortes orçamentários que comprometem a fiscalização no país. O manifesto defende a revisão imediata das medidas anunciadas.
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Em entrevista a 'Quatro Rodas', Instituto Combustível Legal (ICL) alerta que um em cada cinco lubrificantes vendidos no Brasil é falsificado
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Um levantamento do Instituto Combustível Legal (ICL) revela que cerca de 20% dos lubrificantes automotivos comercializados no Brasil são adulterados ou falsificados, ou seja, um a cada cinco produtos.
As falsificações são difíceis de serem captadas com rapidez. Muitas vezes, o frasco parece legítimo, com rótulo original e está lacrado. Porém, o conteúdo é óleo reciclado sem o devido tratamento, ou misturado com solventes, água e impurezas. |
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Durante XVII Encontro de Revendedores de Combustíveis do Nordeste, Instituto Combustível Legal discute ações de combate ao avanço do crime organizado no setor
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Em maio, o estado de Alagoas sediou o XVII Encontro de Revendedores de Combustíveis do Nordeste, consolidado como um dos principais eventos do setor no Brasil. O Instituto Combustível Legal (ICL) esteve presente, participando de painéis sobre ações de combate ao mercado irregular e ao avanço do crime organizado. |
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Há algum tempo, ouvi de um renomado especialista em lubrificantes a seguinte frase: "...motores modernos não aceitam desaforo. Se o lubrificante estiver fora das especificações, vão quebrar". Agora são os mecânicos que confirmam a "epidemia" em que o remédio pode custar mais de R$ 10 mil para o consumidor.
Isso me lembrou uma antiga reportagem do Fantástico, em que o repórter, mostrando um frasco, dizia: "parece gasolina, tem cor de gasolina, tem cheiro de gasolina, mas não é gasolina". Ele se referia a um criminoso "blend" de solventes, corantes e aromáticos que inundavam o mercado irregular de combustível.
Tudo indica que esse cenário nebuloso chegou aos lubrificantes. Um recente levantamento do ICL revela que cerca de 20% dos lubrificantes automotivos comercializados no Brasil são adulterados ou falsificados, ou seja, um a cada cinco produtos.
Os estragos na economia estão estimados em R$ 1,4 bilhão por ano, entre perdas fiscais, fraudes comerciais e danos mecânicos a veículos. Um cenário grave que merece redobrar a nossa atenção.
Ao contrário, no entanto, se anuncia um forte corte orçamentário na ANP, que já vem prejudicando o trabalho de fiscalização. Diante da falta de recursos mínimos para um funcionamento correto, já se estuda até o fechamento das sedes da agência, tanto Rio como em Brasília. A decisão governamental resultou em forte manifestação contrária. A preocupação é totalmente procedente diante do avanço do crime organizado e das diversas ilegalidades que afetam o setor de distribuição de combustíveis.
Boa leitura!
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